Jamais devemos perder a essência ou entregar-nos aos clichês que são impostos sem razão alguma, um padrão fútil e sem nexo.
Cada um ser diferente e único é o que revela a relevância e valor, pois em uma unanimidade exagerada todos aspirariam o tédio.
Essa harmonia e troca de experiências é o que fulgura a vida.
Devemos ser aquilo que somos, nos descobrir, e para isso é necessário saber olhar para si mesmo, sentir.
Somos uma caixinha de surpresas, devemos nos permitir. Se nem sequer nós nos conhecemos por completo, não há ninguém que tenha o direito de impor barreiras imaginárias dentro de ti.
Isto não seria uma permuta entre se montar e provar a ausência de críticas ou rótulos, pois estes sempre estarão presentes. É melhor ser criticado ou admirado pela originalidade do que por algo fabricado por mentes alheias e vazias.
Quem se padroniza demasiado vive como um boneco em prateleiras, todos diferentes, porém todos iguais.
Não aprisione a si mesmo, liberte-se.






